terça-feira, 12 de julho de 2022

As metamorfoses de uma escrita: Meu tio o Iauaretê no teatro

Meu Tio, o Iauaretê, 1986

“Por causa que eu nasci em tempo de frio, 
em hora que o sejuçú tava certinho no meio do alto do céu. 
Mecê olha, o sejuçú tem quatro estrelinhas, mais duas. 
A’bom: cê enxerga a outra que falta? 
Enxerga não? A outra – é eu...” 
Guimarães Rosa (fala de Beró) 

João Guimarães Rosa (1908-1967) publicou Meu Tio o Iauretê na Revista Senhor (Rio de Janeiro, março de 1961). Posteriormente, este foi incluído na antologia póstuma Estas Estórias, publicada em 1969. A estória trata do encontro de Beró, um meiobugre e meio-índio, onceiro (matador de onças) que vive no jaguaretama (terra das onças), com um visitante noturno, um vaqueiro perdido de seus companheiros de comitiva.

Para acessar o artigo na íntegra: https://core.ac.uk/download/pdf/268337112.pdf

Fonte Imagem: https://enciclopedia.itaucultural.org.br/obra59183/meu-tio-o-iauarete

Nenhum comentário:

Postar um comentário