quarta-feira, 2 de setembro de 2026

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Álbum Terra (1979) - Francisco Mário

 



Ouro Preto tem umas montanhas
Espalhadas ao redor da cidade
São montanhas de minas
São montanhas de minas

Ouro Preto tem umas montanhas
Espalhadas protegendo a cidade do mundo
São montanhas de minas
São montanhas de minas

Ouro Preto tem umas montanhas
Que guarda todos os gritos
Das montanhas de minas

Ouro Preto tem umas pedras espalhadas
Pedras redondas pequenas
No meio das ruas, nas calçadas
Tem uma cabeça cortada por uma sentença

E cada cabeça pisada revela um gesto agreste
Uma boca fechada a ferro e brasa

E entre os gritos pisados
Nenhuma boca diz amém
Repetem em coro e fogo
Libertas que serás também


Ouro Preto
Francisco Mário



🎧 TRAMAS MUSICAIS: Viola de Bem Querer - Boca Livre

 

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Barroco Mineiro - Francisco Mário

 

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Ressureição - Francisco Mário

 

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Saudade do meu pai - Francisco Mário

 

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Nosotros, Nosotras - Geraldo Azevedo e Nana Caymmi

 

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Futuramérica - Geraldo Azevedo

 

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Vira Virou - Kleiton & Kledir

 

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Vira Virou - MPB 4 e Kleiton & Kledir

 

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Vira Virou - MPB 4

 

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Pois é, pra que? - MPB 4

 

🎧 TRAMAS MUSICAIS: San Vicente - Milton Nascimento

 


🎧 TRAMAS MUSICAIS: Sueño con serpientes - Mercedes Sosa e Milton Nascimento

 

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Sueño con serpientes - Silvio Rodríguez y Chico Buarque

 

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Yolanda - Pablo Milanés

 


🎧 TRAMAS MUSICAIS: Yolanda - Grupo Vientosur

 

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Yolanda (Ao Vivo) - MPB 4

 

🎧 TRAMAS MUSICAIS: MPB 4

 

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Álbum Secos & Molhados (1973)

 


🎧 TRAMAS MUSICAIS: Álbum trilha sonora Os dias eram assim (2017)

 




🎧 TRAMAS MUSICAIS: Chamamés

 

segunda-feira, 31 de agosto de 2026

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Garça Pantaneira - As Pantaneiras

 

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Álbum O melhor da música pantaneira

 

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Pássaro Branco - Grupo Acaba Canta-dores do Pantanal

 


🎧 TRAMAS MUSICAIS: Álbum Última Cheia (1984) - Grupo Acaba Canta-dores do Pantanal

 

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Álbum Grupo Acaba - Cantadores do Pantanal (1979)

 

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Show Maria Alice no Festival de Arte e Cultura do Pampa Gaúcho de São Gabriel no dia 22/11/2024

 



quinta-feira, 27 de agosto de 2026

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Gaudêncio 7 Luas (Segunda colocada da II Califórnia da Canção Nativa - 1972)

 

A lua é um tiro ao alvo
e as estrelas bala e bala.
Vem minuano e eu me salvo
no aconchego do meu pala.

Se troveja a gritaria,
já relampeja minha adaga.
Quem não mostra valentia
já na peleia se apaga.

Marquei a paleta da noite
com o sol que é ferro em brasa.
O dia veio mugindo,
pra se banhar n'água rasa.

Pra me aquecer mate quente,
pra me esfriar geada fria.
Não vai ficar pra semente
quem nasceu pra ventania.


Gaudêncio 7 Luas
(Marco A. Vasconcellos, Luiz Coronel)

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Gaudêncio 7 Luas - Coral União de Estância Velha/RS Maestro Martin Altevogt

 

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Gaudêncio 7 Luas - Maria Alice & Marcello Caminha Filho

 

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Gaudêncio 7 Luas - Fafá de Belém

 

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Gaudêncio 7 Luas - Adri Mello, Jefferson Mello e Zé Mello

 

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Gaudêncio 7 Luas - Grupo Caverá

 

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Gaudêncio 7 Luas - Comparsa Elétrica (Programa Galpão Nativo - TVE)

 

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Gaudêncio 7 Luas - Os Araganos

 

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Gaudêncio 7 Luas - Orquestra Sinfônica de Porto Alegre

 

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Gaudêncio 7 Luas - Os Posteiros

 

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Gaudêncio 7 Luas - Marcello Caminha (Instrumental)

 

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Gaudêncio 7 Luas

 

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Gaudêncio 7 Luas - Leopoldo Rassier (20 anos da Califórnia 1990 - Ao Vivo)

 

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Gaudêncio 7 Luas - Grupo Almôndegas

 

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Gaudêncio 7 Luas - Pirisca Grecco

 

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Gaudêncio 7 Luas - OSNH e Grupo Mas Bah


🎧 TRAMAS MUSICAIS: Gaudêncio 7 Luas - Joca Martins (Ao Vivo)


🎧 TRAMAS MUSICAIS: Gaudêncio 7 Luas - Rodrigo Sabedot

 

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Gaudêncio 7 Luas (Álbum Paisagem Interior) - Marco Aurélio Vasconcellos

 


🎧 TRAMAS MUSICAIS: Clássicos Gaúchos ao Violão - Marcello Caminha (Instrumental)

 

sexta-feira, 21 de agosto de 2026

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Milongas (Instrumental)

 



🎧 TRAMAS MUSICAIS: Chamamés (Instrumental)

 

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Espetáculo Os Fagundes - Ao vivo (2005)

 


1 - Origens.

2 - Tropeiro Velho.

3 -Tô no Vanerão.

4 - Galpão Crioulo.

5 - Sestiando nos Meus Pelegos.

6 - No Balanço da Morena.

7 - Oh! De Casa.

8 - Última Lembrança.

9 - Gaúcho.

10 - Querência.

11 - - Menino da Porteira.

12 - Baita Baile.

13 - O Colono.

14 - Tambor do Coração.

15 - A Gente Canta.

16 - Canto Alegretense.

17 - Querência Amada.

 

Extras:

Making Of.

Grupo Inhanduí (1983).

Luis Menezes - Piazito Carreteiro (2002).

Roda de Chimarrão com Paixão Côrtes, Edson Dutra, Telmo de Lima Freitas, Elton Saldanha e Família Fagundes.

Neto e Ernesto Fagundes em Veneza, Itália.


quinta-feira, 20 de agosto de 2026

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Atahualpa Yupanqui - Arpa de la tierra. (Compilado instrumental)

 

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Fogo de Chão com Noel Guarany

 


🎧 TRAMAS MUSICAIS: Show Demétrio Xavier e Carlos Paravis - Festejos Farroupilhas de Porto Alegre 2015

 

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Chamamés e Milongas



🎧 TRAMAS MUSICAIS: As melhores da Califórnia da Canção Nativa - Parte II

 

🎧 TRAMAS MUSICAIS: As melhores da Califórnia da Canção Nativa - Parte I

 

segunda-feira, 3 de agosto de 2026

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Kleiton & Kledir

 



🎧 TRAMAS MUSICAIS: Casa Ramil no Cena Musical

 


🎧 TRAMAS MUSICAIS: Casa Ramil Ao Vivo - Show Completo

 

Casa Ramil Kleiton, Kledir, Vitor, Ian, Gutcha, Thiago e João Ramil Arranjos: Casa Ramil Arranjos vocais: Kleiton Ramil KLEITON – violão aço, violino, percussão KLEDIR – violão nylon, cuatro venezolano, efeitos eletrônicos VITOR – violão aço, viola, saz, percussão, harmonium, controladora midi IAN – violão aço, saz, percussão,monotrom e harmonium GUTCHA – percussão, rabeca, harmonium THIAGO – baixo, violão aço, guitarra, controladora midi, efeitos eletrônicos JOÃO – percussão, baix0 CASA RAMIL Autor: Vitor Ramil VIRA VIROU Autor: Kleiton Ramil ARTIGO 5º Autores: Leo Aprato e Ian Ramil AMORA Autor: Thiago Ramil AUTORRETRATO Autores – Kleiton Ramil e Kledir Ramil ESTRELA, ESTRELA Autor: Vitor Ramil TARTARUGA Autoras: Gutcha Ramil e Dessa Ferreira CANTO Autores: Thiago Ramil e Bruno Volkmer RAMILONGA Autor: Vitor Ramil O BICHINHO Autor: Ian Ramil NOITE DE SÃO JOÃO Autores – Pery Souza e Kledir Ramil DEIXANDO O PAGO Autores: Vitor Ramil e João da Cunha Vargas Documentado em vídeo por: Diretor: Renato Falcão Diretor de fotografia: Renato Falcão Montagem: LGGuerra e Juliano Falcão Finalização: LGGuerra Câmeras: Dimitri Lucho, Javali Fabrício, Lucas Moraes, Marcel D'Alagnol, Pedro Balestreri e Thomaz Crocco Gravação áudio: André Colling Assistentes: Binho Schiavon e Henrique de Oliveira Mixagem e Masterização: Leo Bracht (Transcendental Audio) Coordenação de Produção: Branca Ramil (Ramil e Uma Produções) Produção executiva: Kaio Ramil Capa: Taíse Kodama, Mateus Avila (Koav Design e Cultura) e Lucas Levitan Logo Casa Ramil: Afonso de Lima Produzido por: CASA RAMIL Idealizado por: Branca Ramil SHOW: Karina Ramil (filha do Kleiton) – direção de cena Isabel Ramil (filha do Vitor) – vídeos e iluminação em parceria com tio Marcelo Linhares (marido da Branca) Kaio Ramil (filho do Kleiton) – produção executiva Branca Ramil (irmã de K&K e Vitor, tia de Ian, Gutcha, Thiago, João, Isabel, Karina e Kaio) – direção de produção Iluminação: Marcelo Linhares e Isabel Ramil Operadores de Som: André Colling (PA) e Lauro Maia (Monitor) Roadies: Marcelo Feijó, Piquet Coelho, Rafael Pacheco Produção Local: Cida Cultural Documentado em vídeo sob a direção de Renato Falcão Gravado ao vivo no Theatro São Pedro de Porto Alegre/RS em março de 2018

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Live-Show Kleiton & Kledir

 

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Álbum Kleiton & Kledir (1980)

 

sexta-feira, 31 de julho de 2026

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Milton Nascimento - Tambores de Minas Ao Vivo

 

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Semeadura - Vitor Ramil

 



🎧 TRAMAS MUSICAIS: Estrela Guria - Pery Souza e Grupo

 

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Pampa de Luz - Kleiton & Kledir

 


🎧 TRAMAS MUSICAIS: Kleiton & Kledir

 

🎧 TRAMAS MUSICAIS: MPB4 - Show O Sonho, A Vida, A Roda Viva


🎧 TRAMAS MUSICAIS: Álbum Boca Livre e Ao Vivo (2007)

 

🎧 TRAMAS MUSICAIS: 14 Bis Acústico Ao Vivo


🎧 TRAMAS MUSICAIS: Ney Matogrosso


sábado, 2 de maio de 2026

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Maria - Chico Lobo com part. Esp. Maria Bethânia

 


🎧 TRAMAS MUSICAIS: Álbum Encontro de Violas (2007) - Pedro Mestre e Chico Lobo

 

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Álbum Viola Caipira - Tradição, Causos e Crenças (2002) - Chico Lobo

 

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Álbum Palmeira Seca (2001) - Chico Lobo & Convidados


Palmeira Seca

 Trilha sonora da minissérie da Rede Minas inspirada no romance "Palmeira Seca", de Jorge Fernando dos Santos, com roteiro e direção de Breno Milagres. 

Repertório: 

1 - Alma Caipira – Instrumental (Chico Lobo/Jorge Fernando dos Santos) 

2 - Palmeira Seca (Chico Lobo/Jorge Fernando dos Santos), com Chico Lobo e participação de Cid Ornelas no cello 

3 - Terra Firme – Instrumental (Chico Lobo) 

4 - De Formiga e Cigarra (Chico Lobo/Jorge Fernando dos Santos), com Renato Motha e Tatá Sympa 

5 - Lenda Mineira (Valter Braga/Jorge Fernando dos Santos), com Efraim Maia e Ladston do Nascimento 

 6 - Água Boa – Instrumental (Chico Lobo) 

7 - Devaneio (Jorge Fernando dos Santos), com Helena Penna 19:20 - 8 - Fogo Vivo – Instrumental (Chico Lobo) 

9 - Marruá (Chico Lobo/Jorge Fernando dos Santos), com Déa Trancoso e Tino Gomes 

10 - Vento Vasto – Instrumental (Chico Lobo) 

11 - Meu Velho (Valter Braga/Jorge Fernando dos Santos), com Valter Braga e participação de Renato Motha no violão 

12 - Tempo Todo – Instrumental (Chico Lobo), participação de Jorge Fernando dos Santos 

13 - Alma Caipira (Chico Lobo/Jorge Fernando dos Santos), com Chico Lobo 

FICHA TÉCNICA 

Viola caipira em várias afinações: Chico Lobo 

Percussões: Carlinhos Ferreira 

Arranjos e direção musical: Chico Lobo 

Capa: Adriano Alves 

Produção executiva: Angela Lopes

Gravado no Estúdio HP, 2001



🎧 TRAMAS MUSICAIS: Álbum Reinado (2000) - Chico Lobo



🎧 TRAMAS MUSICAIS: Zoio preto matador - Chico Lobo

 


🎧 TRAMAS MUSICAIS: Viola de terreiro - Chico Lobo

 

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Caipira - Chico Lobo


 

🎧 TRAMAS MUSICAIS: No braço dessa viola - Chico Lobo

 

segunda-feira, 13 de abril de 2026

🎧 .DOC: Carro de Boi

 


🎧 .DOC: Boi Carreiro

 


🎧 TRAMAS MUSICAIS: O verde é maravilha - Ruy Maurity


🎧 TRAMAS MUSICAIS: A música de Ruy Maurity


🎧 TRAMAS MUSICAIS: A música de Rolando Boldrin



🎧 TRAMAS MUSICAIS: A música de Renato Teixeira

 


🎧 TRAMAS MUSICAIS: A música de Almir Sater




quinta-feira, 2 de abril de 2026

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Folias e Folguedos do Brasil - Ciclo Junino (2010) - Inimar dos Reis

 

Folias e Folguedos do Brasil (ciclo junino), do brincante, músico e pesquisador de folclore Inimar dos Reis apresenta cantos e danças associados a um dos ciclos festivos do calendário popular brasileiro, o ciclo junino. Folias e Folguedos do Brasil é um projeto para divulgar a cultura popular brasileira em suas raízes: Bendito de São João, Folia de São João, Catira, Cana-verde, Dança do café, Coco, Ciranda, Cururu, Siriri, Fandango, Vilão, Carimbó, Araruna, Jongo, Bumba meu boi e Quadrilha são as folias e folguedos apresentados pelo autor. 

1- Bendito de São João 

2- Folia de São João 

3- Viola na Catira 

4- Cana Verde 

5- Canção de Peneirar 

6- Coco da Manuela 

7- Ciranda 

8- Cururu 

9- Siriri 

10- Fandango 

11- Vilão 

12- Jongo 

13- Dança do Aruruna 

14 - Boi da Folia 

15- Carimbó 

16- Alvorada em Festa


🎧 TRAMAS MUSICAIS: Álbum Folias do Brasil (2000) - Org. Dércio Marques

 

1- Interpretação: Folia de Reis Buritis - MG 

2- Interpretação: Dércio Marques / Daniela Lasalvia / Fernando Guimarães 

3- Interpretação: Raquel do Monte / Coral do Conservatório Pernambuco de Música 

4- Interpretação: Giovanni Guimarães 

5- Interpretação: Fernando Guimarães 

6- Interpretação: Dércio Marques / Guru Martins 

7- Interpretação: Dércio Marques / Saulo Laranjeira / Doroty Marques / Zé Gomes 

8- Interpretação: Xangai 

9- Interpretação: Benjamim Gonçalves / Fernando Guimarães 

10- Interpretação: Dércio Marques / Titane 

11- Interpretação: Dércio Marques / Fábio Paes 

12- Interpretação: Família Alcântara 

13- Interpretação: Levi Ramiro / José Esmerindo / Magrão 

14- Interpretação: Povo de Trás-os-Montes (Portugal) 

15- Interpretação: Coral Trovadores do Vale 

16- Interpretação: Folia de Reis Valente - BA 

17- Interpretação: Família Alcântara 

18- Interpretação: Folia Pena Branca, de Uberlândia - MG 

19- Interpretação: Povo de Trás-os-Montes (Portugal) 

20- Interpretação: Dércio Marques 

21- Interpretação: Dércio Marques / Doroty Marques 

22- Interpretação: Dércio Marques / Paulinho Pedra Azul / Rubinho do Vale / Titane / Chico Lobo / Saulo Laranjeira / Pereira da Viola / Markú Ribas / Frei Chico / Lira Marques / Tau Brasil / Lú e Celinha / Gê Lara e Lemão 

23- Interpretação: Pereira da Viola 

24- Interpretação: Folia de Reis Monte Belo - MG 

25- Interpretação: Folia de Reis Buritis - MG


quarta-feira, 11 de março de 2026

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Associação dos Congadeiros de Minas Gerais


🎧 TRAMAS MUSICAIS: Álbum Congada de Nossa Senhora do Rosário - Irmandade de Nossa Senhora do Rosário de Carmo de Cajuru/MG


 

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Álbum O canto das lavadeiras (1989) - Martinho da Vila

 






🎧 TRAMAS MUSICAIS: Álbum Rosário dos Pretos - Cânticos (1999)

 

"Rosário Dos Pretos - Cânticos" é um disco com canções da missa que é celebrada toda tarde de terça-feira na Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, no Pelourinho, centro histórico de Salvador (capital da Bahia). A celebração teve um importante colaborador, o jesuíta Padre Alfredo, que, com sua sensibilidade e entusiasmo, durante o seu tempo como pároco (1994-2001), favoreceu a introdução de formas populares de expressão afro-brasileira na liturgia católica tradicional. O disco foi produzido por J.Velloso em 1999, quando participou de uma dessas missas cantada em memória do grande compositor baiano Batatinha (que pertencia a Irmandade dos Homens Negros do Rosário de Maria), e conta com a presença de grandes artistas negros, como Aloisio Menezes, Ilê Aiyê & Coral do Rosário; Bule-Bule; Chico César & Filhos de Gandhi; Clécia Queiroz & Os Ingênuos; Dona Edith do Prato; Dona Ivone Lara; Dona Zezé; Filipe Mukenga & Oficina de Frevos e Dobrados (dirigida por Fred Dantas); Gamo da Paz & Grupo Ofá; Grupo Ofá & Coral do Rosário; Grupo Ofá & Fiéis do Rosário; Ilê Aiyê & Coral do Rosário; Lazzo; Márcia Short & Meninos do Pelô; Margareth Menezes & Olodum; Mariene de Castro & Filhos de Gandhi; Matildes; Padre Alfredo & Meninos do Pelô; Pró Mimi; Rás Bernardo & Banda Ragga; Roberto Mendes & Vozes da Purificação; Tati Lima; Tonho Matéria; Zezé Motta & Banda Didá. 

Faixas 

1. Grupo Ofa - Ogum (J. Velloso) 

2. Margareth Menezes e Olodum - Oh! Que Coisa Bonita (Padre Alfredo) 

3. Padre Alfredo - Senhor Deus (Domínio Público) 

4. Tati Lima – Bwana (Domínio Público – Zairense) 

5. Banda Didá e Zezé Motta - Tá Caindo Fulô (Domínio Público – Zairense) 

6. Fiéis Do Rosário e Grupo Ofá - Nkosi Sikelel 'L Afrika (Congadeiros De Minas) 

7. Banda Ragga e Ras Bernardo - Ai De Mim (Padre José Raimundo Galvão) 

8. Aloisio Menezes, Coral Do Rosário e Ilê Aiyê - Um Grito De Fé (Padre Alfredo) 

9. Clécia Queiroz e Os Ingênuos - Oh Meu Santo Antônio (Padre Alfredo) 

10. Chico César e Filhos De Gandhi - Quem Disse (Zé Vicente) 

11. Meninos Do Pelô e Padre Alfredo - Vem Espírito Vem (Domínio Público) 

12. Bule-Bule - Pai Nosso (Domínio Público) 

13. Padre Alfredo - Assim Seja (Padre Alfredo) 

14. Dona Ivone Lara e Ilê Aiyê - Sorriso Negro (Adilson Barbado, Jair Carvalho, Jorge Portugal) 

15. Pró Mimi - Hino Da Nossa Senhora Do Rosário (Irmandade De Nossa Senhora Do Rosário Dos Pretos) 

16. Dona Edith Do Prato - Deus é Mais (Padre Alfredo) 

17. Dona Zezé - Hino De Santa Bárbara (Domínio Público) 

18. Lazzo Matumbi - Cristo Amigo (Padre Luna) 

19. Meninos Do Pelô e Márcia Short - Terça-Feira Pelourinho (Padre Alfredo) 

20. Tonho Matéria – Viva (Padre Alfredo) 

21. Filhos De Gandhi e Mariene De Castro - Senhora Negra (Padre Alfredo) 

22. Dobrados, Filipe Mukenga, Fred Dantas e Oficina De Frevos - Hino A Santo Antônio De Categeró (Domínio Público) 

FICHA TÉCNICA DO ÁLBUM: 

Álbum: Rosário dos Pretos – Cânticos Ano: 1999 

Projeto, Realização, Produção Musical e Direção Artística: J. Velloso 

Produção e Realização: Elias Filho 

Co-produção e co- direção artística: Mariene de Castro 

Assistentes de produção musical: Luciano Salvador Bahia e Giba 

Produção executiva: Maria Nascimento 

Assistentes de Produção: Peu, A. Barbosa, J. Nascimento

Gravação e Mixagem: Filipe Cavalieri 

Assistentes de Gravação e Mixagem: Junior e Marcos 

Masterização : Ganen Luiz Torngi e Filipe Cavalieri

Foto da capa: Patrícia Giancotti

Fotos do encarte: Célia Aguiar

Criação Gráfica: Maria Sampaio


🎧 TRAMAS MUSICAIS: Álbum Folia de Reis e do Divino (1979)

 






🎧 TRAMAS MUSICAIS: Álbum Folia de Reis (2010) - Conjunto Bela Morada

 

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Álbum Festa de Reis (1959) - Inezita Barroso







🎧 TRAMAS MUSICAIS: Álbum Violeiro (1982) - Rolando Boldrin

 


🎧 TRAMAS MUSICAIS: Álbum Caipira (1981) - Rolando Boldrin

 


quinta-feira, 5 de março de 2026

Resistência negra: Ingredientes típicos de África se tornam base da culinária brasileira

 Dos terreiros e das senzalas, saberes ancestrais de mulheres escravizadas construíram paladar do país


Ingredientes trazidos de África por pessoas escravizadas são hoje parte fundamental e cotidiana da culinária do país | Crédito: Divulgação/ Prefeitura de Juiz de Fora

Quiabo, coentro, inhame, leite de coco, pimenta malagueta, noz moscada, café, gengibre, jiló, amendoim e azeite de dendê. Não importa em que lugar do país você esteja, se procurar na sua cozinha certamente vai encontrar pelo menos um desses ingredientes.

O que eles tem em comum? São uma pequena parte dos alimentos típicos de África que foram trazidos para o Brasil nos navios negreiros e hoje são fundamentais na culinária do país, provando a importância da resistência negra na nossa cultura.

E não são apenas ingredientes, mas muitas das receitas e dos modos de fazer que fazem parte do dia a dia dos brasileiros tem como origem os saberes ancestrais de africanos escravizados, em especial das mulheres. Afinal, eram elas que cozinhavam nas casas grandes a partir de seus conhecimentos tradicionais. Assim, elas introduziram na culinária brasileira receitas saboreadas em diversas regiões, como cocada, angu, cuzcuz, pamonha, quindim, mungunzá, moqueca e vatapá.

Vale lembrar que as pessoas de África escravizadas encontraram também ingredientes nativos do Brasil e modos de preparo típicos da Europa e de diferentes etnias indígenas. Elas souberam incorporar esses sabores e aprimorar receitas, conquistando diferentes paladares e dando origem a chamada gastronomia afro-brasileira.

“No lugar o inhame começaram a usar mandioca, para substituir o sargo passaram a usar o milho, para compensar algumas faltas de pimentas, começaram a utilizar condimentos que já tinham no Brasil”, exemplifica o chefe de cozinha Marcelo Reis, que se dedica a culinária afro-brasileira. “Os negros observaram os pratos preparados pelos indígenas, como o pirão, a moqueca e o bobó e os enriqueceram com produtos africanos, como o leite de coco. Eles também entraram em contato com os animais criados pelos colonizadores e assim surgiram receitas como vatapá, o sarapatel o xinxim de galinha. Se os traficantes de escravos traziam ingredientes, os escravizados traziam na memória os usos e os gostos de suas terras, segredos de nossos ancestrais.”

Acarajé começou a ser vendido por mulheres negras alforriadas e hoje é principal prato da culinária baiana / Divulgação/ Fundaj

Parte importante da gastronomia afro-brasileira tem origem nos terreiros de candomblé, criados como as chamadas comidas de santo, que eram entregues a entidades espirituais como oferendas. É o caso do famoso acarajé, tombado como patrimônio cultural do Brasil. Ele começou a ser vendido em tabuleiros, em Salvador, por mulheres negras alforriadas e hoje é o carro-chefe da culinária baiana, ao lado do vatapá, do caruru e do abará.

Quem apendeu a cozinhar nos terreiros é cozinheira Solange Borges, de Camaçari, na Bahia, que é filha e neta de baianas de tabuleiro, que vendiam alimentos típicos da cultura afro-brasileira pelas ruas das cidades. “O povo de terreiro, no qual eu me incluo, e os terreiros são responsáveis por savalguardar este patrimônio que é a culinária afro-brasileira. Um dos exemplos mais incríveis é o caruru de Cosme e Damião. O quiabo é da descendência, é um alimento que a gente trouxe para a mesa. Mesmo sempre santos católicos, com o sincretismo a gente fez essa comemoração, que é uma oportunidade de homenagear os inquices como um todo.”

Hoje, Solange trabalha no projeto Culinária de Terreiro, fundado por ela mesma, que tem o objetivo de preservar e valorizar os alimentos típicos da culinária afro-brasileira. Ela mesma produz a farinha de mandioca e o dendê-de-pilão que usa nas receitas, ambos feitos no fogão a lenha.

“Minha mãe era condomblecista e eu com seis anos frequentava os terreiros. Eu vi essa efervescência que é a cozinha, esse ambiente colorido, festivo, alegre, de muita afetividade, com muitos cheiros e afetos. A gente foi aprendeu nesse espaço sem nem perceber que estavam passando informações, era tipo uma brincadeira”, lembra.

Feijoada, prato símbolo do país, é um dos principais exemplos de pratos da culinária afrobrasileira / Divulgação/ Ministério do Turismo

Mas, sem dúvida, um dos pratos mais típicos da culinária afro-brasileira é a famosa feijoada, um símbolo da gastronomia nacional. Com diferentes versões, que variam de opções vegetarias àquelas apenas carnes nobres, o prato é tradicionalmente um cozido de feijão com carne de porco, que acompanha arroz, farofa de mandioca, couve, fatias de laranja e pimenta.

Ela é servida em geral às quartas e sábados nos restaurantes do país, mas cada família tem sua receita, desenvolvida a partir de sabores e saberes africanos, como lembra do chefe Marcelo Reis. “São receitas que não só alimentam os Orixás mas também minha essência. É todo um receituário que faz do comer uma ancestralidade que vem do meu povo, que foi escravizado.”

Assim, a resistência negra se faz presente diariamente na mesa dos brasileiros, como um símbolo de luta por justiça social e como marca da formação da cultura brasileira.


Texto extraído de: https://www.brasildefato.com.br/podcast/alimento-e-saude/2021/11/16/resistencia-negra-ingredientes-tipicos-de-africa-se-tornam-base-da-culinaria-brasileira/

Fonte Imagem: https://www.brasildefato.com.br/podcast/alimento-e-saude/2021/11/16/resistencia-negra-ingredientes-tipicos-de-africa-se-tornam-base-da-culinaria-brasileira/


 

Das hortas de quintal ao milho guarani, livro resgata as raízes da cozinha caipira no Brasil

A Culinária Caipira da Paulistânia mistura o processo de formação da cultura caipira com receitas nunca antes divulgadas 


Culinária caipira é retratada em livro escrito por Carlos Alberto Dória e Marcelo Corrêa Bastos | Crédito: Estúdio Arado

Um modo de se alimentar que faz parte da identidade brasileira, mas ficou marginalizado durante muito tempo. Essa é a história contada no livro "A culinária caipira da Paulistânia", que acabou de ser relançado pela Editora Fósforo.

"A culinária caipira é uma culinária de pobres, essencialmente de pobres. Essa informalidade, digamos assim, essa precariedade, é a base da culinária caipira e por isso mesmo ela foi esquecida, reprimida", explica o sociólogo Carlos Alberto Dória, um dos autores. 

O escritor conta que durante a pesquisa para a produção do livro ele foi percebendo como, de fato, a culinária caipira Paulistânia não é só coisa de São Paulo. Todo esse conhecimento culinário adentra o Brasil e tem raízes diversas

"Aos poucos eu fui vendo que a abrangência era muito maior do que São Paulo e Minas Gerais. Incluía Goiás, Mato Grosso, etc. E o trabalho foi nessa área, fui vendo o que ela tinha em comum no seu processo de formação, que é a basicamente a penetração dos bandeirantes e a presença forte dos índios Guaranis, resultando em uma sociedade baseada na produção de subsistência em pequenos sítios e tal. Então esse foi o enquadramento geral", completa.

Quase totalmente baseada na utilização do milho, a culinária caipira tem influência indígena. Exótico, o alimento foi trazido ao Brasil pelo povo guarani, vindo de outros países da América do Sul.

O ingrediente é uma das estrelas no restaurante do chef Marcelo Corrêa Bastos, que também é coautor do livro. Ele redescobriu sua raiz caipira no processo de escrita da obra.

"É uma cozinha baseada na horta de subsistência, na horta do quintal, nas carnes, a princípio as carnes de caça, depois é assimilado a carne suína e de aves, e principalmente no milho. O milho está em praticamente todas as refeições da dieta caipira ou do ideal da dieta caipira. O milho em suas várias formas, principalmente na forma de farinha de milho", explica Marcelo.


Texto extraído de: https://www.brasildefato.com.br/podcast/alimento-e-saude/2021/12/28/das-hortas-de-quintal-ao-milho-guarani-livro-resgata-as-raizes-da-cozinha-caipira-no-brasil/

Fonte Imagem: https://www.brasildefato.com.br/podcast/alimento-e-saude/2021/12/28/das-hortas-de-quintal-ao-milho-guarani-livro-resgata-as-raizes-da-cozinha-caipira-no-brasil/

 


Mitologia da Mineiridade: O Imaginário Mineiro na Vida Política e Cultural do Brasil Capa comum, de Maria Arminda do Nascimento Arruda

 


“Minas é a melhor invenção dos mineiros – depois do seu doce de leite, é claro. […] A graça de Minas, percebe Maria Arminda do Nascimento Arruda, são seus paradoxos. Este livro precioso, que nasceu como tese de doutoramento, visita-os todos, num passeio pela literatura, cultura e política. A obrigação acadêmica, que cobra rigor e minúcia, não exclui o enlevo e a realidade histórica que é aqui estudada pode, assim, ajudar a entender o mito sem ter a compulsão de sufocá-lo. Ou seja, Maria Arminda consulta o enigma Minas mas, ao decifrá-lo, dá um jeito de, mineiramente, não comprometer todo seu mistério.” [Nirlando Beirão] 



Noites Circenses: Espetáculos de Circo e Teatro em Minas Gerais no Século XIX, de Regina Horta Duarte


O livro de Regina Horta Duarte nos oferece uma instigante discussão sobre o teatro e o circo no século XIX, em Minas Gerais. Minas é ponto de partida de uma análise que estabelece um intenso diálogo com o Rio de Janeiro, sede da Corte. Historiadora de “mão cheia”, Regina percorreu o interior mineiro no lombo dos burros, acompanhando os atores de teatro e deliciando-se com palhaços nos circos. Apoiada numa intensa pesquisa documental, e demonstrando grande vigor teórico, construiu uma interpretação atenta ao imprevisto e ao inusitado. A sensibilidade da autora e a riqueza da análise nos remetem a um século XIX de sonhos, cavalinhos, melodramas e dramatizações. Contrastando com estudos que apontam para a fixidez, a autora nos leva a perceber o caráter dinâmico da cultura oitocentista." - Diana Gonçalves Vidal, Universidade de São Paulo (USP).


terça-feira, 3 de março de 2026

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Nosso Xote - Grupo Bicho de Pé




🎧 TRAMAS MUSICAIS: Feira de Magaio - Mariana Aydar e Mestrinho (Ao Vivo no Sesc Pompeia)

 


🎧 TRAMAS MUSICAIS: Garça Branca Pananeira

 


🎧 TRAMAS MUSICAIS: Renato Borghetti Quartet at Music of the Americas

 


🎧 TRAMAS MUSICAIS: Soy el Chamamé - Grupo Canto da Terra

 


🎧 TRAMAS MUSICAIS: Merceditas (Chamamé) - Choro das 3 e Seiferts

 


🎧 TRAMAS MUSICAIS: Laguna Totora (Chamamé)

 


🎧 TRAMAS MUSICAIS: Show Oswaldo Montenegro & Renato Teixeira (2005)


🎧 TRAMAS MUSICAIS: Álbum Rolando Boldrin & Renato Teixeira (2005)

 

🎧 TRAMAS MUSICAIS: Álbum Imaginário Roseano (2008) - Rodrigo Delage, João Araújo e Geraldo Vianna