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quarta-feira, 22 de novembro de 2023

🎧 .DOC: A Fé Que Canta e Dança - O Congado em Ouro Preto, Minas Gerais

 

No mês de janeiro, Guardas de Congo e grupos de Folia de Reis são recebidos com festa em Ouro Preto pela Guarda de Congo de Nossa Senhora do Rosário e Santa Efigênia do Alto da Cruz. É dia de Alvorada. Acordar antes do sol, vestir com calma a roupa branca, os adornos cheios de cores. Aos primeiros raios de luz, os tambores começam a surgir pelas ruas silenciosas. As sanfonas da folia animam os encontros e as conversas, o tocador afinando o instrumento com certa dificuldade por causa do orvalho que ainda cai sobre couro. Logo depois, uma explosão de tambores, cantos, sons e emoções. Bem vindos à festa do Reinado de Santa Efigênia e Nossa Senhora do Rosário. 

Conheçam seus personagens, ouçam seus cantos e o som de seus tambores, sintam o cheiro da dança no ar, afinal, hoje é dia de festa. Bate tambor, hoje é dia de alegria! 

Documentário sobre o Congado em Ouro Preto, Minas Gerais. 

Produzido com apoio da Lei Aldir Blanc / Secretaria de Cultura do Estado de Minas Gerais.

🎧 .DOC: Congado: um Reino Oculto no Brasil Profundo

 

Retrata a tradição de congadas - cultura popular imaterial de Patos de Minas e região. Os grupos de Congado e Moçambique são guardiões das danças, cantos e ritos que dão força e expressividade a esta bela tradição popular. Um salve à cultura brasileira!

🎧 .DOC: Congada Nossa Senhora do Rosário - Jequitibá/MG

 

O filme foi realizado pelos pesquisadores Sérgio Bairon (Líder do CEDIPP - Centro de Comunicação Digital e Pesquisa Partilhada - ECA - USP - BR e Pesquisador do Diversitas/USP) e José da Silva Ribeiro (Coordenador do Laboratório de Antropologia Visual da Universidade Aberta - PT) em parceria com as comunidades de Jequitibá e arredores. 

Faz parte das pesquisas Coroação de Reis Congo e Inter-culturalidade Afro-atlântica. 

Diogo Cão chegou à foz do Rio Zaire em 1483 e contatou pela primeira vez o Mani Soyo, chefe da localidade na qual aportara, entre as mais poderosas e com a mais sólida e respeitada linhagem de chefes, o Congo era um reino relativamente sólido e estruturado. Formado por grupos bantos abrangia grande extensão da África Centro-Ocidental e compunha-se de diversas províncias. Algumas destas províncias, como as de Soyo, Mbata, Wandu e Nkusu, eram administradas por membros de linhagens enraizadas na região que detinham os cargos de chefia há muitas gerações. Outras províncias eram administradas por chefes escolhidos pelo rei dentre a nobreza que o cercava na capital. A unidade do reino era mantida a partir do controle exercido pelo rei, cercado por linhagens nobres que teciam alianças principalmente por meio do casamento, mas era também fortalecida pelas relações comerciais e políticas entre as diversas regiões. 

A formação do reino parece datar do final do século XIV, a partir da expansão de um núcleo localizado a noroeste de Mbanza Congo, que se tornou sua capital. Os mitos de origem registrados no século XVII referem-se à conquista do território por um grupo de estrangeiros, chefiados por Nimi e Lukeni, que teria subjugado as aldeias da região do Congo e imposto a sua soberania pela superioridade de sua força de guerra. A divisão fundamental na sociedade congolesa era entre as cidades -- Mbanza -- e as aldeias -- Lubata. Do final do século XV a meados do século XVII, o Congo se manteve um reino relativamente coeso, no qual o Mani Congo exercia um domínio significativo sobre as diferentes províncias que controlava da capital. (ver Souza, Marina de Mello e. Reis negros no Brasil escravista - história da festa de coroação de rei congo.Belo Horizonte, Ed. UFMG, 2001. 

Ao escolher Reis ou Capitães constitui uma das formas encontradas pelos africanos escravizados de recriarem a organização comunitária, laços sociais, formas culturais na sociedade escravagista. Ao elegerem Reis e Rainhas e festejarem os santos de sua devoção com danças, cantos, histórias e mitos evocam o seu passado africano, reafirmam a comunidade de construíam na sociedade escravagista, recriam formas sincréticas de culto, criavam uma sociedade mestiça com a participação cada vez maior de mestiços, negros e brancos nas festas.

🎧 .DOC: 8ª Jornada do Patrimônio Cultural 2021 - Jequitibá/MG

 

PATRIMÔNIO IMATERIAL NA CAPITAL MINEIRA DO FOLCLORE" O Mestre do Congado de Nossa Senhora do Rosário de Jequitibá - ZANINHO 

FICHA TÉCNICA 

Roteiro e coordenação geral: Az Produções 

Participação: Leomano Geraldo Lopes - Zaninho 

Filmagem, Edição, Fotografia: Moisés Gomes 

Trilha Sonora: Canto de Moçambique 2 - Meninos de Minas 

Realização: Prefeitura Municipal de Jequitibá Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de Jequitibá

🎧 .DOC: "Ô dá licença". O louvor das guardas de Congo e Moçambique em Ouro Preto Preto/MG

 

Em Ouro Preto as tradições das Guardas de Congo e Moçambique revelam um universo singular. Os cantos que hoje ecoam pelas ladeiras ouropretanas mostram a força e vitalidade da herança africana em nosso meio, sua ressignificação diante de um intenso processo de apagamento. As fitas coloridas das vestimentas bailam ao vento no rodopio do corpo que celebra e se faz ele próprio divino porque humano. Santa Efigênia, a santa negra, é louvada nessa tradição que revela outros camadas da história. É preciso olhar atentamente, sentir o tambor, ouvir o canto.... pedir licença para entrar num mundo dinâmico, ao mesmo tempo único. 

Em uma ação inédita, o Rodeador Cultural, em parceria com o Laboratório de Línguas (Lablin) e o Centro de Línguas e Cultura (CLIC) do Instituto de Ciências Humanas e Sociais da Universidade Federal de Ouro Preto, legendou o conteúdo em inglês de forma a ampliar a divulgação e conhecimento das manifestações culturais, linguísticas e religiosas da região dos Inconfidentes. 

O contéudo foi legendado pela mestranda do Programa de Pós-Graduação em Letras da UFOP Gabriela Pinheiro. 

"Ô dá licença que eu quero chegar, quero saravá, Salve Maria!"

Ficha técnica Roteiro e produção: Lindoberg Campos 

Assistente de produção: Clara Oliveira 

Legendas: Gabriela Pinheiro 

Realização: LALIN/UFOP Apoio: Cátedra Carlo Maria Martini/PUC-Rio

🎧 .DOC: Encontro das guardas de Marujada, Caboclinho e Catopê - Serro, 2022, Minas Gerais

 

Vídeo do encontro das Guardas de Marujada, Caboclinho e Catopê, na Festa de Reinado, Serro - MG.

🎧 .DOC: Nossa Cultura - Chegança na Bahia

 

Uma encenação que traz para as ruas aspectos da relação do homem com o mar. Dança e luta passadas de geração em geração nessa manifestação que recebe o incentivo do Governo Estado para seguir mostrando a riqueza da nossa Cultura Popular.

🎧 .DOC: Festa Tradicional de Agosto - Montes Claros/MG

 

O Norte de Minas Gerais possui população formada pela mistura das três etnias que deram origem ao país: os índios, os africanos e os portugueses. Há na região, até hoje, comunidades quilombolas e tribos indígenas que lutam para viver segundo suas tradições. Todo mês de Agosto podemos festejar essa mistura de povo genuinamente brasileiro através dos Ternos de Congado durante a tradicional festa folclore da cidade. Os Catopês, os Marujos e os Caboclinhos são Patrimônio Imaterial da Cultura Norte Mineira. E Montes Claros é uma das poucas cidades que possui a representação das três etnias conjuntamente. 

Produção: Casa Colorida Filmes - Agosto 2015.

🎧 .DOC: Encontro de Grupos de Danças Folclóricas de Pirapora/MG

 

O Encontro dos Grupos Folclóricos de Pirapora é um evento virtual produzido pelo Grupo Zabelê, com a participação dos grupos folclóricos de Pirapora: Grupo de São Gonçalo de Seo Arquileu e Grupo Santa Cruz. 

A live, gravada na Igreja Matriz de São Sebastião e na EMUTUR, será a culminância de um trabalho artístico e cultural que mobilizou mais de 120 artistas e trabalhadores da cultura ao longo do ano de 2022. 

Assista a live no Canal do Grupo (youtube) e prestigie a cultura barranqueira. A live é um Encontro de Grupos Folclóricos de Pirapora e faz parte do Projeto aprovado pela Cia Zabelê em Edital da Secretaria Estadual de Cultura e Turismo de Minas Gerais – SECULT. O Projeto foi financiado com recursos da Lei Aldir Blanc.

O Grupo Zabelê, que é um Ponto de Cultura, teve o apoio governamental para estruturar as atividades culturais no ano de 2021 e, por meio desse apoio, pode realizar microprojetos culturais, beneficiando artistas de diferentes áreas, como bordados, artes e ofícios, capoeira, cultura afro-brasileira e as danças. A instituição também produziu um Mapa da Cultura Popular, onde estão disponíveis informações sobre as manifestações culturais barranqueiras, e o website oficial do Ponto de Cultura, onde está registrado o histórico e o repertório do Grupo criado na década de 70.

🎧 .DOC: Congadas e Moçambiques - São Luiz do Paraitinga/SP