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sexta-feira, 22 de julho de 2022

Almanaque do choro: A história do chorinho, o que ouvir, o que ler, onde curtir

Em sintonia com a atual e merecida valorização do choro, a Zahar lança o Almanaque do choro, um guia completo sobre o gênero musical que Heitor Villa-Lobos afirmava ser a alma musical do povo brasileiro. É uma introdução ao universo do choro, desde sua origem e passando pelos quase 150 anos de história, em uma linguagem clara mesmo para quem desconhece música. Além de apresentar os principais músicos, compositores e instrumentos do gênero, esse livro traz: pequena cronologia do choro; cerca de 80 fotografias e ilustrações; depoimentos de músicos; como adquirir CDs e livros sobre o gênero; dicas de onde se pode ouvir choro em todo o Brasil.

 "Embora o choro tenha sido tema de excelentes trabalhos realizados por renomados pesquisadores, o mercado sempre careceu de uma publicação que servisse como guia para os neófitos. Para suprir essa falta o André escreveu este Almanaque do choro, e acertou em cheio." Do prefácio de Maurício Carrilho, violonista e compositor

 "A melhor introdução contemporânea para se entender um pouco da história do mais importante gênero instrumental brasileiro." Luís Nassif, bandolinista e jornalista

 "Pode ser apreciado tanto por neófitos como por entendidos. (...) Diniz abre, a cada capítulo, um espaço para falar da modinha, do maxixe, do surgimento do long-play, da bossa nova, do forró, da gafieira. Daí o grande mérito do livro. O autor não faz uma defesa apaixonada do gênero, colocando-o acima de outros ritmos, mas deixa que o choro imponha sua importância naturalmente?" Tom Cardoso, Valor Econômico.


Almanaque do samba

 


Histórias, curiosidades, pequenas biografias de diversos bambas do samba e muitas ilustrações dão o tom cadenciado ao Almanaque do samba, do historiador e amante do ritmo André Diniz. Seguindo o sucesso do Almanaque do choro, o autor faz um rico passeio pela história do samba: das raízes mestiças, passando pela bossa nova e pelas canções dos festivais, até suas incursões pelo rock e pela música eletrônica.Com uma prosa leve e informativa, André Diniz revela como os rumos da cultura e da política nacionais se relacionam com o desenvolvimento do samba, e discute suas raízes e influências. Mais de 100 imagens e 80 boxes com informações complementares compõem um painel muito bem ilustrado nesse almanaque, que possui ainda o mérito de destacar a pluralidade e a diversidade do samba. Leitura indispensável a todos que apreciam a música popular, o livro traz ainda:- uma discografia comentada com os discos mais relevantes de diversos compositores e intérpretes (elaborada pelo colecionador Flavio Torres) - lista de lugares onde se pode ouvir bom samba em todo o Brasil;- bibliografia selecionada;- cronologia do samba."O samba desde os primórdios, suas relações com o lundu, o maxixe e sua evolução ao longo dos tempos, destacando perfis dos principais bambas, são apenas algumas das vertentes deste substancial Almanaque, que tem ainda vasta bibliografia e discografia. Verdadeiro manual do ramo (e suas ramificações), ele fornece o caminho das pedras para quem pretende ir ao samba - no mais amplo sentido da expressão."Tárik de Souza"Almanaque, explica o dicionário, é isso aí que o André Diniz fez para a gente do choro: livro que traz diversas informações úteis, poesias, trechos literários, anedotas, curiosidades etc. Agora ele retoma o mesmo delicioso caminho, abordando o universo do samba. Para quem trabalha com informação, é prato feito, farto, bem temperado."Hermínio Bello de Carvalho

Moda Inviolada

 


Embarque nessa incrível viagem que conta a trajetória da música caipira, desde suas origens até a atualidade! Ricamente ilustrado! Conheça mais sobre essa obra incrível: Parte 1 Veredas folclóricas: quem é o caipira, como surgiu a sua música e a sua poesia. Os tipos de viola caipira e as músicas e danças que ela inspirou, e outras manifestações típicas desta cultura. Parte 2 Música popular: como se formou a identidade do que hoje conhecemos como música caipira, e seus primeiros passos no disco e no rádio, com as primeiras gravações da turma do Cornélio Pires! Parte 3 Música de massa: como o caipira virou sertanejo, eletrônico e romântico. Conheça a história das principais duplas, de Tonico e Tinoco, Cacique e Pajé e tantos outros, até Leandro e Leonardo e Chitãozinho e Xororó. Parte 4 Entrevistas com grandes personagens da nossa música caipira, como Inezita Barroso, Tião do Carro, o jovem talento Rodrigo Mattos, e com o músico, violeiro e pesquisador Paulo Freire. Por que comprar este livro? Uma Pesquisa feita com Maestria Neste livro, Walter de Sousa investiga o gênero desde suas origens na cultura cabocla e as primeiras gravações de 1929, realizadas pelo divulgador e escritor Cornélio Pires. A obra acompanha ainda a influência de gêneros importados que a música caipira sofreu, como a guarânia paraguaia e a rancheira mexicana. Já no século XX, analisa o sucesso popular do sertanejo romântico e a conquista de um novo patamar pela música caipira original. Lindas Ilustrações e Fotos Raras O livro também contou com cuidadosa pesquisa iconográfica, trazendo ilustrações raras: fotos de congadas e moçambiques feitas por Mário de Andrade em pessoa, capas da extinta Revista Sertaneja, e capas originais dos discos das duplas de vários períodos da história da música caipira, e de diferentes tipos de violas!

A Catira

 A Catira, também chamada de Cateretê, é uma dança coletiva e popular do folclore brasileiro.

Essa expressão é típica da região sudeste, entretanto, foi aos poucos se espalhando e ganhando adeptos em outros locais.

Hoje podemos ver essa dança em quase todas as regiões do Brasil, com destaque para o sudeste e o centro-oeste.

Note que essa manifestação cultural é mais encontrada nas cidades interioranas e, portanto, faz parte da cultura sertaneja.

Grupo de catira em apresentação

Até os dias de hoje, é comum observar grupos de Catira formados exclusivamente por homens, os quais são chamados de catireiros.


Origem da Catira

A origem da Catira é múltipla, ou seja, ela reúne traços europeus, indígenas e africanos. A verdade é que desde o período colonial já temos essa dança como manifestação cultural.

Para alguns, ela está associada às atividades dos tropeiros, o que explica sua característica mais marcante, a qual reúne somente homens.

Estudiosos apontam que como eles faziam o transporte de gado entre os locais, provavelmente, a dança tenha surgido nos momentos de descanso e descontração do grupo.


Como se Dança Catira?

Essa dança folclórica é marcada pela batida dos pés e das mãos movimentadas pelo ritmo da música, que por sua vez, é produzida pela viola caipira. Por esse motivo, a moda de viola é o ritmo mais empregado.

Os catireiros se apresentam um de frente para o outro, formando duas fileiras

Na dança, duas fileiras são formadas pelos integrantes, que se movimentam de frente um para o outro. Dessa maneira, as batidas dos pés e das mãos são intercaladas por pulos.

Ela é formada geralmente por dois violeiros e um grupo de, no máximo, dez integrantes. Mas, devemos observar que isso pode variar dependendo do local onde ela ocorre.

Os violeiros podem estar frente a frente, ou ainda, virados para os demais dançarinos. São eles os responsáveis por iniciar a música, momento chamado de rasqueado.

Logo, os dançarinos fazem o movimento denominado escova, onde há uma rápida batida das mãos e dos pés, acompanhado por seis pulos.

Ao longo da música destacam-se dois movimentos: serra acima e serra abaixo. No primeiro, os dançarinos rodam uns atrás dos outros e da esquerda para a direita, alternando a batida dos pés e das mãos.

No segundo, e após realizada a volta completa, eles viram e voltam para trás (da direita para esquerda) com as batidas alternadas dos pés e das mãos.

No recortado, as fileiras e os dançarinos trocam de lugar. Por fim, temos o levante, onde todos cantam a melodia em coro.


Vestimenta na Catira

Os integrantes do grupo de Catira possuem uma vestimenta específica. Eles usam camisas, calças, chapéus e botinas.

Esse último adereço talvez seja o mais importante, uma vez que fazem o som de batida, que se junta com as melodias.

Além disso, o lenço é muito comum, sendo que alguns usam no pescoço, outros, na cintura.

Atualmente, já é possível encontrar mulheres que fazem parte do grupo de catireiros, e mesmo assim, a vestimenta é igual.


Texto extraído de: https://www.todamateria.com.br/catira/

Fonte Imagem: https://www.todamateria.com.br/catira/