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segunda-feira, 9 de dezembro de 2024

Álbum Baile do Menino Deus - Antônio Madureira


1 - Romã Romã (Antônio Madureira/Ronaldo Correia de Brito/Francisco Assis Lima) - Interpretes: Geraldo Maia

2 - José e Maria (Antônio Madureira/Ronaldo Correia de Brito/Francisco Assis Lima) Interpretes: Mirinha

3 - Cantiga Para Acalentar o Menino (Antônio Madureira/Ronaldo Correia de Brito/Francisco Assis Lima) - Interpretes: Mirinha

4 - Santos Reis do Oriente (Antônio Madureira/Ronaldo Correia de Brito/Francisco Assis Lima) Interpretes: Geraldo Maia

5 - Ciganinha (Antônio Madureira/Ronaldo Correia de Brito/Francisco Assis Lima) Interpretes: Luciana Deschamps

6 - Boi (Peça de Reisado do Cariri Cearense) (Tradicional) Interpretes: Geraldo Maia

7 - Anjo Bom (Antônio Madureira/Ronaldo Correia de Brito/Francisco Assis Lima) Interpretes: Luciana Deschamps

8 - Burrinha (Tradicional) - Interpretes: Geraldo Maia

9 - Beija-flor e Borboleta (Antônio Madureira/Ronaldo Correia de Brito/Francisco Assis Lima) Interpretes: Mirinha

10 - Caboclinhos (Antônio Madureira/Ronaldo Correia de Brito/Francisco Assis Lima) Interpretes: Toni Veras

11 - Jaraguá (Tradicional) - Interpretes: Luciana Deschamps

12 - Baile do Menino Deus (Antônio Madureira/Ronaldo Correia de Brito/Francisco Assis Lima) Interpretes: Coro/Ronaldo Correia de Brito/Francisco Assis Lima)

Álbum Bandeira de São João - Antônio Madureira

sábado, 6 de agosto de 2022

Milonga e Forró: dois bailes populares

 

Todas as sociedades têm ao menos uma dança como herança, como uma autêntica e original expressão de sua cultura, ou seja, cada dança é parte da identidade cultural de um corpo social. No universo particular das chamadas danças de salão, a Milonga e o Forró são dois gêneros musicais e/ou de danças sociais que bem representam, respectivamente, a Argentina e o Brasil. Além disso, tanto em um como em outro país, os dois termos também são utilizados como designativos dos bailes ou locais onde se executam e dançam os gêneros musicais que levam essas respectivas denominações. A milonga, além de ser uma marca característica da música/dança argentina e uruguaia, tem também uma vertente no sul do Brasil, em particular no Rio Grande do Sul, onde é bastante apreciada, com algumas características próprias além daquelas originarias de suas irmãs argentino-uruguaias. O forró, por sua vez, como expressão cultural musical brasileira, está presente em várias capitais do velho continente, bem como habita a capital argentina, com grupos forrozeiros que apreciam esse gênero brasileiro. Este artigo tem como objetivo realizar uma revisão de literatura sobre a Milonga e o Forró, de modo a verificar que estas manifestações culturais sejam identificadas como um dos indicadores de aproximação territorial de países do cone sul latino-americano: comportamento cultural, social e musical únicos. Este indicador mostra que estes povos encontraram - na maneira de dançar, de criar suas músicas e de formular encontros sociais - suas próprias expressões populares e de caracterização da identidade nacional.

Para acessar o artigo na íntegra: 

terça-feira, 26 de julho de 2022

Projeto Quadrante - A Pedra do Reino (2007)

 


Projeto Quadrante visava a produzir quatro minisséries sobre obras literárias de grandes escritores de norte a sul do país, mas depois da má recepção da audiência às duas primeiras minisséries, a Globo engavetou o projeto sine die.

De A Pedra do Reino, adaptação do romance mais representativo de Ariano Suassuna, foi lançado este CD duplo, com a bela trilha sonora original de Marco Antonio Guimarães (o criador do grupo Uakti) no primeiro e um reload dos top hits do Quinteto Armorial no segundo.


Projeto Quadrante – A Pedra do Reino [2007]

Disco 1
1. Quaderna
2. Canto Gregoriano
3. Ser-Tão
4. Taperoá
5. Maria Safira
6. Colibrí
7. Circorama
8. Phantasmagoria
9. Transfigurada
10. Medieval
11. Onça Caetana
12. Pedra do Reino
13. Viginal
14. Catitu com Cascavel
15. Silvestre

Disco 2
1. Revoada
2. Romance da Bela Infanta
3. Mourão
4. Ponteio Acutilado
5. Toré
6. Rasga
7. Toque dos Caboclinhos
8. Entremeio para uma Rabeca e Percussão
9. Lancinante
10. Xincuan
11. Cantiga
12. Toque dos Encantados
13. Toque dos de Gradados
14. Toque dos Orixás





Fonte:
https://quadradadoscanturis.blogspot.com.br/2015/02/projeto-quadrante-pedra-do-reino-2007.html#more

domingo, 10 de julho de 2022

A vocação do cantador (2021)

 "Missão do cantador”, primeiro disco de inéditas em 30 anos, marca retorno da Banda de Pau e Corda ao mercado fonográfico e faz jus à sua trajetória.


Faixa que dá título ao novo disco da Banda de Pau e Corda, “Missão do cantador” (Sérgio Andrade) evoca “Nos bailes da vida”, de Milton Nascimento (e Fernando Brant) – a música também fala em “faca amolada” – no que diz respeito ao encontro de artista e público: “eu vou onde tenho que ir/ onde tem gente precisando ouvir/ por que na voz do cantador/ tem água pra matar a sede/ tem pão para matar a fome/ tem chave pra guardar segredo/ e abrigo pra quem não tem nome”, começa a letra.

Cordas e sopros dialogam harmoniosamente com os vocais, na sonoridade que marca desde sempre a trajetória coerente do grupo.


Em atividade desde 1972, a Banda de Pau e Corda, ao lado de outros nomes da música pernambucana, foi responsável por uma renovação na música popular brasileira, com sua sonoridade marcadamente nordestina.

Frevo, maracatu, ciranda e outras nordestinidades dão o tom em álbum inspirado, com capa de Elifas Andreato – capista também de “Arruar” (1978) – e produção musical de José Milton – que iniciou sua trajetória de produtor justamente com o grupo, assinando seus sete primeiros discos. “Missão do cantador” sai em cd pela Biscoito Fino e marca o retorno da Banda de Pau e Corda ao mercado fonográfico, após quase 30 anos sem um disco de inéditas. Toda a discografia da banda está disponível nas plataformas de streaming, inclusive este novo álbum.

A sonoridade de “Missão do cantador”, o disco, mantém características de trabalhos anteriores da Banda de Pau e Corda, sem nunca soar cansativo ou repetitivo. Agrada fãs da primeira fase do grupo e certamente ajudará a conquistar novo público.

Sérgio Andrade (voz, percussão e vocal), Júlio Rangel (viola e vocal), Sérgio Eduardo (contrabaixo), Zé Freire (violão e vocal), Yko Brasil (flauta transversal e pífano) e Alexandre Baros (bateria, percussão e vocal) contam com participações especiais de Mestre Gennaro (sanfona em “Estrela cadente”, de Waltinho e Sérgio Andrade), Zeca Baleiro (voz em “Tudo num balaio só”, de Natan Marques e Murilo Antunes), Chico César e Alexandre Rodrigues (respectivamente voz e pífano em “Fogo de braseiro”, de Sérgio Andrade) e Marcello Rangel (voz e violão em “Quer mais do quê?”, dele). A lista de convidados se completa com os instrumentistas Corró Zabumbeiro (em “Estrela cadente”), Raminho da Zabumba (em “Fogo de braseiro”) e Julio Cesar Mendes (sanfona em “Desvario”, de Sérgio Andrade).

“Missão do cantador” comprova o frescor e o vigor da Banda de Pau e Corda, que se precisou reinventar sua formação, aliou-se a nomes de diversas gerações da música nordestina para mostrar que mantém viva a sua vocação em um disco inspirado, à altura de sua própria história. Já não era sem tempo!



Texto extraído de: https://farofafa.com.br/2021/04/20/a-vocacao-do-cantador/
Fonte Imagem; https://farofafa.com.br/2021/04/20/a-vocacao-do-cantador/

 

domingo, 4 de julho de 2021

O Cancioneiro de Elomar: uma identidade sonora do sertão e suas performances

 


 

Para acessar a dissertação na íntegra: https://repositorio.ufpb.br/jspui/bitstream/tede/8672/2/arquivototal.pdf


Os Cocos

 

Livro conta com algumas partituras e letras. Dança popular nordestina, onde um cantador, "tirador de cocos" ou "coqueiro", tira versos em quadras, sextilhas ou décimas, respondidas por um coro. A origem do coco ainda é controversa, havendo aqueles que, como Mário de Andrade, o consideram de origem africana próxima ou remota.

Bandeira de Aço: música, identidade e cultura popular no Maranhão

 


No Maranhão, desde os anos 1980, criou-se pelos meios de comunicação de massa o denominativo música popular maranhense para definir a produção musical dos compositores e intérpretes maranhenses após o lançamento do LP Bandeira de Aço, gravado por Papete, em 1978, e lançado pelo selo Discos Marcus Pereira. O disco serviu de referência para que surgisse um movimento de artes integradas à base da autenticidade do modo de vida maranhense, condensando-se no esforço estético, artístico, político e cultural, de musicalidade regional, mas inserida na proposta de ser uma expressão poético-musical brasileira. Fundamentada em teóricos como Pierre Bourdieu, Renato Ortiz, Raymond Williams, esta pesquisa quer compreender de que maneira Bandeira de Aço serviu como símbolo de identidade cultural regional integrada à ideia de nação, acompanhando o fluxo e os movimentos em torno da estruturação da música popular brasileira (MPB), no trânsito entre o nacional-popular e a industrialização do mercado de discos. O primeiro capítulo aborda a transição das representações sobre identidade cultural no Maranhão, antes vinculada à tradição e cânones literários, até chegar às apropriações da cultura popular. O segundo capítulo discute como a música popular foi utilizada na construção social da ideia de nação brasileira, por meio do mercado de bens simbólicos e produtos culturais com o advento dos meios de comunicação de massa até a consolidação da indústria fonográfica na década de 70. O terceiro capítulo analisa o disco Bandeira de Aço, buscando compreender as relações de apropriação do material artístico (as canções) em produto comercial (o disco) e de que maneira ele serviu para estruturar o campo simbólico denominado de música popular maranhense.

Para acessar a dissertação na íntegra: 

A POÉTICA DO IMPROVISO: prática e habilidade no repente nordestino

 

 
O presente estudo aborda o repente ou cantoria, modalidade de poesia cantada e improvisada praticada na região Nordeste do Brasil, especialmente nos estados de Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará. Seus praticantes são chamados de repentistas, cantadores ou violeiros e cantam sempre em dupla, alternando-se na composição de estrofes de acordo com parâmetros rígidos de métrica, rima e coerência temática. Há um conjunto de regras formuladas nesse sentido, mas os repentistas improvisam seus versos a partir de fundamentos práticos como o ritmo poético incorporado. O improviso coloca o repentista em relação com modelos estéticos como o ritmo da poesia, os padrões melódicos e as regras da cantoria, ao mesmo tempo em que o põe em diálogo com o outro cantador e com as demandas e reações da platéia. O improviso, portanto, não é apenas a criação poética, mas também o desenrolar de um jogo de interação dos poetas com os outros sujeitos na situação da cantoria. O elemento central da cantoria é a disputa entre dois cantadores, que se pauta em valores relativos à construção da masculinidade, e pela qual os poetas constroem sua imagem pessoal e seu prestígio. O caminho escolhido para a análise dessa arte é a antropologia da prática, buscando compreender a relação entre ação e estrutura, e a reprodução das formas da vida social por meio das práticas. Um ponto metodológico relevante na realização desta pesquisa foi o aprendizado da cantoria como estratégia etnográfica. Dessa maneira, são abordados o campo social da cantoria, a diferenciação e a reciprocidade entre cantadores, a formação do cantador, as habilidades do improviso poético e o ritual da disputa entre cantadores.

Para acessar a tese na íntegra: https://livros01.livrosgratis.com.br/cp110987.pdf

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Quinteto Armorial - Discografia


O Quinteto Armorial foi um importante grupo de música instrumental brasileiro formado no Recife, em 1970, composto por Antonio Nóbrega, Antônio José Madureira, Edison Eulálio Cabral, Egildo Vieira do Nascimento e Fernando Torres Barbosa. A proposta era criar uma música de câmara erudita com raízes populares. Assim, o grupo conseguiu realizar um trabalho de síntese entre a música erudita e as tradições populares do Nordeste.

Até o final do quinteto, em 1980, foram gravados quatro LPs: “Do Romance ao Galope Nordestino” (1974), “Aralume” (1976), “Quinteto Armorial (1978) e “Sete Flechas (1980).


Discografia: Download

[1974] Do Romance ao Galope Nordestino
[1976] Aralume
[1978] Quinteto Armorial
[1980] Sete Flechas



Fonte:


https://quadradadoscanturis.blogspot.com.br/2014/04/quinteto-armorial-discografia-completa.html