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sábado, 25 de junho de 2022
quinta-feira, 23 de junho de 2022
Ziraldo e a importância da brasilidade (2017)
Ziraldo, o multiartista do desenho
e da palavra, é também um animal político refinado.
Por José Carlos Ruy
A preocupação, que é política, com as coisas do Brasil
aparece em seu trabalho, ao lado da luta bem humorada e intransigente contra
formas de opressão política e “de costumes”, que se traduzem em atentados
contra a democracia e contra a liberdade pessoal. E que o levou à prisão, em
dezembro de 1968, um dia depois da imposição pela ditadura do Ato Institucional
nº 5.
Mas não se acanhou. Nem se calou. E poucos meses depois esteve entre os
jornalistas que lançaram um dos mais mordazes jornais, que se esmerava em rir
não só costumes, mas sobretudo da ditadura, dos generais e dos ridículos
hábitos da direita: O Pasquim, cujo primeiro número circulou em 26 de junho de
1969.
Mas talvez tenha sido no governo Sarney (1985-1989) que esse
compromisso com a democracia e a brasilidade tenha se manifestado com mais
visibilidade. O ministro da Cultura era o artista plástico e designer Aloizio
Pimenta, que o nomeou para dirigir a Funarte. E ali, Ziraldo protagonizou um
debate de grande significado. A preocupação de Ziraldo com a cultura brasileira
apareceu então em um texto dirigido ao ministro, no qual ele defendia o apoio
oficial a manifestações de arte e cultura ligadas ao povo – entre elas a
culinária – dentro de uma concepção ampla da cultura popular que, em sua
opinião, devia se apoiada pelo Ministério.
A polêmica que se abriu foi intensa e reveladora da oposição
que existe, no campo da luta de ideias, aqueles que defendem os traços da
brasilidade, aos que, assumindo um cosmopolitismo mal interpretado, voltam as
costas para o Brasil e para o povo.
Rapidamente a Folha de S. Paulo, que já se distinguia como
porta-voz de pontos de vista antibrasileiros, apelidou o programa apresentado
por Ziraldo como “a cultura da broa de milho”, definindo com clareza aqueles
campos.
Aluisio Pimenta (cuja passagem pelo ministério da Cultura foi
abreviada pela celeuma causada pela direita “pós-moderna”), resumiu a polêmica
quando disse: “A arte e a literatura são importantes, mas esquecemos a cultura,
do ponto de vista antropológico. Não aceitamos a globalização como está sendo
imposta. Não sou xenófobo, mas o fast food tomou conta do país”, disse ele.
E Ziraldo, em 19 de julho de 1999, ao ser entrevistado no
programa Roda Viva, da TV Cultura, resumiu seu compromisso, que é cultural e
político: “Eu tenho um propósito, eu, pessoalmente.
Eu sou um escoteiro. Eu
tenho propósito. A partir do momento que você tem um espaço onde você fala para
mais de duas pessoas ao mesmo tempo, num país onde tudo tá para ser feito, você
tem responsabilidades. (…) Quer dizer, você não pode ser leviano. Eu não estou
interessado em vender muita revista. Eu não estou interessado. Eu não estou
interessado em fazer um grande sucesso comercial. (…) Eu quero botar minhoca na
cabeça das pessoas, eu quero reflexão. O que eu quero é que a sociedade
reflita, eu quero é que as famílias pensem. (…) Então, de que maneira eu posso
contribuir? Fazendo as minhas revistas, fazendo meus livros para criança (…) É
isso”.
Texto extraído de: https://www.brasilcultura.com.br/menu-de-navegacao/artes-plasticas/ziraldo-e-a-importancia-da-brasilidade/
Fonte Imagem: https://www.brasilcultura.com.br/menu-de-navegacao/artes-plasticas/ziraldo-e-a-importancia-da-brasilidade/
"O Brasil é um milagre", diz Ziraldo (2016)
Para escritor, país será a maior
nação do mundo até o final do século.
Com a experiência de quem viveu o
que chama de o meio século mais efervescente da história e combateu a ditadura
nas páginas do Pasquim, Ziraldo, 85 anos, não tem dúvidas:
– Nós vamos ser a maior nação do mundo no final deste século.
O Brasil é um milagre, não tem explicação na ponta do lápis. Ele não era para
dar certo, então a possibilidade de dar certo hoje é imensa. A gente vai chegar
lá, porque o Brasil é o único país do mundo que não tem problema sem solução.
O cartunista e escritor mineiro, criador do Menino Maluquinho – um dos personagens mais icônicos da literatura infantil brasileira –, esteve na Feira do Livro de Porto Alegre no sábado, autografando sua mais nova obra, Meninas. A imensa fila de crianças e adultos esperando para vê-lo (foi preciso distribuir senhas para os autógrafos), as interrupções das entrevistas por pessoas querendo cumprimentá-lo ou tirar foto e as declarações de "obrigado pelo Menino Maluquinho, por Flics, pela Professora Maluquinha" não deixavam margem para dúvidas: embora polêmico e sem papas na língua, ele é um dos autores mais queridos do país.
O cartunista e escritor mineiro, criador do Menino Maluquinho – um dos personagens mais icônicos da literatura infantil brasileira –, esteve na Feira do Livro de Porto Alegre no sábado, autografando sua mais nova obra, Meninas. A imensa fila de crianças e adultos esperando para vê-lo (foi preciso distribuir senhas para os autógrafos), as interrupções das entrevistas por pessoas querendo cumprimentá-lo ou tirar foto e as declarações de "obrigado pelo Menino Maluquinho, por Flics, pela Professora Maluquinha" não deixavam margem para dúvidas: embora polêmico e sem papas na língua, ele é um dos autores mais queridos do país.
Ziraldo não hesita em explicar, por exemplo, o motivo da diferença cultural entre Brasil e Estados Unidos:
– Os europeus, quando descobriram a América, vieram construir um novo mundo. Lá em cima, os ingleses encontraram a mesma temperatura (que na Europa), as estações todas juntinhas, avançaram terra adentro e só foram encontrar uma barreira nas montanhas rochosas, quando já tinham andado dois terços dos Estados Unidos. Mas aqui embaixo não tem nada de novo mundo. Os portugueses chegaram aqui, fazia 45ºC, a floresta era inóspita, e no que eles desceram na praia, andaram dez quilômetros e encontraram a barreira da Serra do Mar, que demoraram 300 anos para passar – diz, acrescentando que lá a colonização foi feita "com a Bíblia na mão", e aqui, "com a pá e a picareta", pensando-se em extrair riquezas, não em povoar.
O escritor também vê na época colonial uma explicação para a corrupção endêmica:
– A gente estuda no ginásio a abertura dos portos. Os portugueses não deixavam ninguém chegar aqui, mas, apesar da proibição, todos os navios vinham buscar madeira, iguarias, essa coisa toda. Quando diziam "não aportem, porque é proibido", respondiam, "ah, mas eu conheço o donatário da capitania"...
Na sexta-feira, durante bate-papo com estudantes na PUCRS,
Ziraldo também falou da situação política atual ("acho que aqui todo mundo
sabe que foi golpe"), avaliou que o mundo todo está pendendo para a
direita, citando a eleição de Donald Trump nos EUA e o crescimento de Marine Le
Pen na França, criticou o politicamente correto ("está havendo uma coisa
libertária, que é muito maluca, porque o politicamente correto está sendo
confundido com a libertação", declarou, depois de ter brincado com a
professora que o apresentou que teria ido embora se ela tivesse se referido ao
público como "todos e todas", seguindo "uma moda inventada pelo
Sarney") e destacou a importância de participar de feiras do livro:
– Eu tenho de ir a toda feira do livro, eu tenho de chegar lá e fazer o meu discurso, porque é o seguinte, aqui no Brasil tem 50 ou 60 feiras do livro bastante movimentadas; na Suécia não tem nenhuma, porque não precisa, eles já leem.
– Eu tenho de ir a toda feira do livro, eu tenho de chegar lá e fazer o meu discurso, porque é o seguinte, aqui no Brasil tem 50 ou 60 feiras do livro bastante movimentadas; na Suécia não tem nenhuma, porque não precisa, eles já leem.
Texto extraído de: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/cultura-e-lazer/noticia/2016/11/o-brasil-e-um-milagre-diz-ziraldo-8316527.html
Fonte Imagem: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/cultura-e-lazer/noticia/2016/11/o-brasil-e-um-milagre-diz-ziraldo-8316527.html
quarta-feira, 22 de junho de 2022
A importância de leis como Aldir Blanc 2 e Paulo Gustavo para artistas periféricos
No dia 24 de fevereiro dois projetos de lei foram aprovados na Câmara dos Deputados em Brasília. O setor cultural vibrou pela primeira vitória das leis Aldir Blanc 2 e Paulo Gustavo que, além de carregarem o nome de dois grandes artistas nacionais, têm como objetivo fomentar projetos culturais. A corrida para as leis serem sancionadas seguiu, ambas foram aprovadas também pelo Senado, mas no início deste mês, a comemoração cessou e se transformou em frustração: a lei Paulo Gustavo, que pretendia fazer um repasse de R$ 3,8 bilhões para a cultura, foi vetada pelo presidente da república, tornando o destino da lei Aldir Blanc 2, que ainda será avaliada, incerto. A frustração não é à toa, leis como estas podem fazer a diferença na vida, principalmente, de grupos pequenos e artistas independentes, como os que se encontram facilmente pela Maré.
A lei Aldir Blanc não é nenhuma novidade. Em 2020 foi quando a cultura se mostrou ainda mais necessária para as pessoas que, limitadas aos cômodos de suas próprias casas, consumiram arte como nunca. Porém, também foi o ano em que o setor cultural foi extremamente prejudicado, com artistas e profissionais da área impossibilitados de seguir com seus trabalhos e projetos. Por conta disso, ainda em 2020, a lei Aldir Blanc atuou com o repasse de R$ 3 bilhões para estados, municípios e o Distrito Federal, atendendo os trabalhadores culturais de 3 formas: com 3 parcelas de R$ 600 para pessoas físicas; com subsídio mensal entre 3 e 10 mil reais para a manutenção de espaços artísticos e culturais; e através de prêmios e editais.
A Atuação da primeira Lei Aldir Blanc para grupos e artistas da Maré
No Conjunto de Favelas da Maré muitos artistas conseguiram ser contemplados pela lei. Vanessa Greff, coordenadora geral do grupo Entre Lugares e produtora cultural do Museu da Maré, informa que os editais viabilizados pela lei Aldir Blanc ajudaram bastante. “Ganhamos a categoria de festival do Entre Lugares e ganhamos o Ponto de Cultura no Museu da Maré e executamos aqui (no Museu) o festival de cenas curtas e também as oficinas online de hip hop e teatro. Então foi fundamental essa lei Aldir Blanc, principalmente para esses projetos dentro da favela”. O edital Fomenta Festival possibilitou a realização do 1º Festival Entre Lugares Virtuais, que ofereceu prêmios em dinheiro para diferentes categorias e também uma bolsa de mil reais para 10 grupos selecionados.
Para o casal de artistas Fernando Leão e Izabel Camargo, moradores do Parque União, a lei também foi fundamental. “Saímos de um grupo de teatro no começo da pandemia, mas continuamos com um projeto dele, que é a produção de um festival de formas animadas de teatro. Nos inscrevemos na primeira Aldir Blanc que teve e passamos com esse projeto. Conseguimos fazer o projeto todo acontecer, foi o que nos segurou na pandemia”, explica Izabel, de 31 anos. A 3ª edição do festival Anima Praça aconteceu em 2021 e com o auxílio da Aldir Blanc eles conseguiram pagar um cachê para os artistas e para a equipe de produção. “Foi fundamental não só para mim, mas acho que para todo mundo que participou do nosso projeto. Poder ter aquele dinheirinho para você conseguir se manter e continuar produzindo arte foi muito bom, sabe?”, concluiu o ator e músico Fernando Leão.
Izabel Camargo e Fernando Leão na 3ª
edição do Festival Anima Praça, na Escola de Dança Marcelo Estrella
O que prevêm as leis Aldir Blanc 2 e Paulo Gustavo?
Diferente do que foi visto em 2020 e 2021, a nova lei chamada de Aldir Blanc 2, da deputada federal Jandira Feghali, do PCdoB, prevê uma política de fomento à cultura de modo permanente com repasses de R$ 3 bilhões para a classe artística durante 5 anos. Começando em 2023, caso seja sancionada, a lei irá beneficiar pessoas físicas e jurídicas que atuam na produção, difusão, promoção e preservação e aquisição de bens, produtos ou serviços artísticos e culturais, incluindo patrimônio cultural material ou imaterial. A nova lei permite ainda o financiamento de diversas ações e atividades como feiras, espetáculos, festivais, cursos, festas populares e muito mais.
Seguindo com uma proposta parecida, o projeto de lei Paulo Gustavo, que homenageia o humorista falecido no ano passado em decorrência da Covid-19, propõe que R$ 3,8 bilhões sejam repassados para estados e municípios a fim de lidar com os efeitos negativos da pandemia sobre o setor cultural. Porém, diferente da lei Aldir Blanc 2, este projeto de lei visa oferecer R$ 2,79 bilhões, maior parte do seu valor, para produções do audiovisual, como salas de cinema, mostras e festivais. O valor de R$ 1,06 bilhão restante será dedicado a projetos e iniciativas de outras áreas, através de editais e seleções públicas. Para Fernando Leão, a lei é mais do que necessária, por não haver, desde antes da pandemia, apoio governamental ao setor, e até por ser uma fonte de impostos: “Eu acho justo uma lei para o audiovisual. O cinema brasileiro, o que você investe nele, você retorna, sei lá, cinco vezes mais. O retorno do cinema é muito grande, mas o cinema nacional não tem incentivo nenhum”. Apesar de não ter sido aprovada pelo atual presidente da república, seu veto ainda pode ser derrubado pelo Congresso.
“Como é que a gente vai viver da nossa profissão se não forem esses eventos acontecendo, se não forem essas leis acontecendo para movimentar o mercado? Não tem como. Não vive”
Para Fernando e Izabel o problema de aceitação, pela população em geral, destas leis de auxílio está na dimensão do setor cultural, pois muitas pessoas não entendem a quantidade de empregos que ele gera. “A Netflix que você tá vendo tem atores, diretores e roteiristas. Um espetáculo de teatro tem a parte técnica, a galera que fica na luz, a galera que fica no som, o contrarregra. Alguém desenhou a roupa que você veste, alguém fez o filme e a série que você vê, o livro que você lê, a música que você escuta”, diz Fernando. Enquanto isso, Izabel ainda ressalta a importância de eventos culturais, já que eles também já tiraram renda de eventos como Rock In Rio, Olimpíadas e até do Carnaval. “O Carnaval também é uma arte. E a gente vê pessoas falando que podem viver sem ele. Mas ela já perguntou pra pessoa que trabalha no barracão se ela pode viver sem Carnaval? É um ano de emprego!”, declara a atriz e cantora.
As dificuldades de grupos pequenos e artistas independentes na favela
Apesar de editais e leis de auxílio terem ajudado bastante durante a pandemia, algumas ressalvas foram feitas. Para Vanessa Greff as exigências no CNPJ e a burocracia para participar de editais dificultou o processo para muitos artistas. “Fizemos toda a prestação de contas em relatório, em forma de extrato bancário, recibo, nota fiscal, e muitos dos artistas não têm nota fiscal. Então a dificuldade maior foi essas burocracias para uma lei de emergência”. Quem concorda com isso é Izabel Camargo, que encontrou dificuldade em editais como o Retomada Cultural: “Eu paro pra pensar que emergencial é esse, porque existem companhias como as nossas que a gente fazia parte, que são companhias pequenas, com pouco tempo de trabalho. Existem artistas independentes, como eu e Fernando, que trabalham por conta própria. Esses editais, as seleções chegam dificilmente nas companhias pequenas e pior ainda em mim e no Fernando que somos individuais”.
Enquanto o Entre Lugares, com a adaptação do modelo virtual, se viu com uma queda considerável de alunos por conta da internet instável da favela, Fernando e Izabel perderam bolsas de estudo e diversos trabalhos, como o comercial que Fernando estava para gravar. Para Izabel, que vive da arte e de eventos desde os 19 anos, o jeito foi buscar alternativas e, durante os dois anos de pandemia, ela e Fernando chegaram a trabalhar vendendo contação de histórias para escolas, trabalharam com vídeos motivacionais no aplicativo Kwaii e até venderam caixas de festa junina com comidas típicas. Porém, assim como o Entre Lugares seguiu em frente e conseguiu apresentar 10 cenas durante o festival no formato virtual, Izabel e Fernando se mantiveram na arte e lançaram uma música chamada “Livre pra Voar”, no canal do Youtube do Compostella, um duo de música pop composto por eles.
Capa do single “Livre pra Voar” do
duo Compostella.
Texto extraído de: https://jornalocidadao.net/a-importancia-de-leis-como-aldir-blanc-2-e-paulo-gustavo-para-artistas-perifericos/
Fonte Imagem: https://jornalocidadao.net/a-importancia-de-leis-como-aldir-blanc-2-e-paulo-gustavo-para-artistas-perifericos/
sexta-feira, 21 de maio de 2021
Identidades do imaginário mineiro
Onde o mineiro estiver ele carrega consigo as nossas identidades. Seja no jeito de falar, de e expressar ou nos gostos, principalmente, culinários. Em termos de comida, o mineiro é exigente. (na foto abaixo do Deocleciano Mundim uma tradicional venda antiga em Lagoa Formosa MG. A venda ficou mais atraente ainda com o velho orelhão da Telemig e duas bicicletas bem antigas)
O mineiro sabe perfeitamente identificar um queijo mineiro de verdade. Se o pão de queijo não é de Minas Gerais, só de olhar ele já sabe. Nem precisa experimentar. Se a comida é realmente mineira, feita de acordo com as tradições culinárias de Minas, ele percebe facilmente. Isso se chama identidade com Minas Gerais, coisa que só mineiro entende. Está na alma mineira.
Quem é mineiro é facilmente identificado por essas identidades.
UAI

TREM

QUEIJO

PÃO DE QUEIJO

BISCOITO DE QUEIJO

FOGÃO A LENHA

FORNO DE BARRO

ARTESANATO MINEIRO

NAMORADEIRA DE JANELA
PANELAS EM PEDRA SABÃO

ORATÓRIO

CARNE NA LATA

Outro costume que hoje quase ninguém se lembra, era a forma de gelar cerveja no século passado. No interior mal tinha energia elétrica naqueles tempos, quem dera geladeira. Mas tinham quem não dispensava uma cervejinha de vez em quando. A forma de mantê-la fria era bem simples. Pegavam as garrafas e as enterravam nos bancos de areia às margens dos rios e ribeirões. Assim elas ficavam frias e dependendo da época, como no inverno, bem geladas. Interessante não?
SINO

QUEIJO COM GOAIBADA
TACHO DE COBRE

MANCEBO E COADOR DE PANO

ESMALTADOS

VIOLA CAIPIRA

DOCE DE LEITE
PANELA DE FERRO

FESTA DO REINADO

GOIABADA CASCÃO

LICOR

BOLO DE FUBÁ ASSADO NA BRASA

CARRO DE BOIS

CAFÉ NO COADOR DE PANO

Texto extraído de: https://www.conhecaminas.com/2019/09/as-principais-identidades-mineiras.html
Fonte Figuras: https://www.conhecaminas.com/2019/09/as-principais-identidades-mineiras.html
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